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Transporte intermunicipal ficará 18% mais caro a partir de amanhã, 1º de julho
Bene Abreu:
30 de junho de 2023
A Artsesp exige, atualmente, que as empresas permissionárias mantenham a operação nas linhas veículos com até 5 anos de fabricação para veículos rodoviários, e 7 anos para veículos urbanos A.
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A Artsesp exige, atualmente, que as empresas permissionárias mantenham a operação nas linhas veículos com até 5 anos de fabricação para veículos rodoviários, e 7 anos para veículos urbanos

A partir de amanhã, dia 1º de julho, o preço das passagens de ônibus intermunicipais, incluindo os suburbanos e rodoviários, sofrerá um reajuste de 18%, conforme Portaria autorizada e publicada no Diário Oficial do Estado, em maio.
O reajuste de 18%, concedido pela Agência de Transporte do Estado de São Paulo (Artesp), significa que, por exemplo, a tarifa de ônibus rodoviário de Araçatuba para São Paulo, com descida no Terminal da Barra Funda, que sai, atualmente, por cerca de R$ 170, deve ter um acréscimo de R$ 30, e passará a custar R$ 200, por exemplo.
Além disso, os ônibus suburbanos, frequentemente, utilizados no cotidiano e caracterizados por possuírem catracas e ausência de bagageiro, também serão afetados pelo aumento na tarifa. Atualmente, o preço da passagem neste tipo de ônibus em uma das empresas que fazem o trajeto está em, aproximadamente, R$ 5, valor que deve chegar a quase R$ 6 a partir de julho.
As cifras apresentadas não são definitivas, mas sim cálculos estimados com base na margem de 18% concedida pela Artesp. Os valores exatos serão revelados, posteriormente.
De acordo com a Artesp, estudos realizados apontaram que a correção, caso acontecesse com base no preço dos insumos, normalmente, utilizados no cálculo do reajuste, resultaria em um índice bem acima da inflação. Segundo a agência, o preço do óleo diesel, principal combustível dos ônibus, subiu quase 98% apenas em 2022.
A Artesp justificou que o índice de 18% foi imposto para recompor, pelo menos de forma parcial, os custos do setor.
A agência exige atualmente que as empresas permissionárias mantenham a operação nas linhas veículos com até cinco anos de fabricação para veículos rodoviários e sete anos para veículos urbanos, exigência mantida na portaria que autorizou o reajuste. O último reajuste de preços havia ocorrido em março, com o aumento de 4%.

Fonte: Artesp

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